quinta-feira, 2 de outubro de 2008

“Não se abrigue sob uma árvore em dias de tempestade”




Após a chuva
Seu rosto frio
Revela cansaços

Suas frases deixam de ser importantes e uma música nova
ressurge

Ao toque da dor
desespero
você diante de uma verdade...
Tentara correr, abrigar-se
Revelar-se
Às pressas sob a primeira árvore em dia de tempestade...

Erros

Agora sua pele tem outras marcas
Seus ossos enfraquecidos
O impedem de prosseguir
E somente uma idéia desconcertante perdura:

É preciso colher as frutas das árvores selecionadas
Montar seu abrigo e viver
Viver só

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